Raiz

O único grande amor que me permite a volta. Vim com as malas buscar os pingos para os i’s. Vim sem orgulho, reconhecendo que o abandono é minha culpa. Vim despida de mim. Regressar à despedida de mim mesma.
A viagem é de um ponto ao outro do próprio ser. Transformar a terra em minha. Transviar a mente mínima. Transar com o chão (lembrando de Lu Hiroshi e Kassio Pires) e amá-lo ser e sê-lo penetração enraizar meus ramos móveis. Transsexualizar o meu estado infinitivo.
Caminharei mais um pouco pelas pedras até abandonar novamente o costume dos meus pés retorcidos. Asfalto retilíneo.

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