Fuga

Algum exílio que liberte
Alguma mente imigrante
Que hoje resiste
Pois já colonizou

Alguma mão que escreva
Em língua morta – que me beije!
Because now i write
On my colonizer’s language

Algum corpo hoje nu – por querer
Que antes despido – por outra mão
Queira os meus dedos
Don’t lick me with my settlers tongue

Sob as ondas nos meus pés
E as asas do avião
Eu fujo de fronteira exilada na palavra
No mesmo mar que algum criolo não atravessou

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