Meio Fio

O Bêbado tropeça
E deita, e dorme
O menino senta
Sua bunda magra e faminta

As crianças de uniforme
Se equilibram, um pé de cada vez
O motoqueiro medonho
Salta e chega mais cedo

O bêbado meio acordado
O menino sem meio
A criança, meio nada
O motoqueiro, meio de ir e vir

Ao lado o telefone
Toca, chama, berra ignorado
Talvez uma mensagem em seu fio
Para um meio sem fim

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